O cenário internacional voltou a registrar episódios de forte tensão nesta quinta-feira (28), com novos confrontos no Oriente Médio, aumento da violência armada na Colômbia, operações contra a máfia italiana e uma tragédia em uma escola no Quênia.
No Oriente Médio, a Guarda Revolucionária do Irã informou ter lançado ataques contra uma base aérea dos Estados Unidos em resposta aos bombardeios americanos próximos ao Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o comércio global de petróleo.
Em paralelo, Washington anunciou novas sanções relacionadas ao controle iraniano sobre embarcações na região.
A situação também permanece crítica em Gaza. Israel afirmou ter eliminado integrantes da liderança do Hamas e declarou ter avançado no controle de cerca de 70% do território palestino.
Já no Líbano, bombardeios israelenses deixaram ao menos onze mortos no sul do país e atingiram áreas próximas a Beirute, apesar do cessar-fogo ainda vigente.
Na América do Sul, a Colômbia enfrenta uma nova escalada de violência envolvendo dissidências das Farc. Confrontos entre grupos rivais na região amazônica de Guaviare resultaram em pelo menos 48 mortes.
Segundo autoridades, a disputa está ligada ao controle de rotas do narcotráfico e da mineração ilegal. O governo enviou tropas à região e investiga a presença de menores entre as vítimas, em meio à proximidade das eleições presidenciais.
Na Europa, a polícia financeira da Itália confiscou mais de R$ 1 bilhão em bens e empresas ligados à máfia siciliana. A operação faz parte de investigações sobre um esquema internacional de lavagem de dinheiro associado ao ex-líder da Cosa Nostra, Matteo Messina Denaro, preso em 2023 após décadas foragido.
Mesmo após sua morte no ano passado, as autoridades seguem rastreando a rede criminosa e seus ativos.
No Quênia, um incêndio em um dormitório feminino causou a morte de pelo menos 16 estudantes em uma escola na região de Nakuru. Dezenas de jovens ficaram feridas e foram encaminhadas a hospitais locais.
As causas do incêndio ainda estão sob investigação. O país já registrou mais de cem incêndios em escolas no último ano, segundo dados do governo queniano.
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