O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças americanas mataram Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como “Niño Guerrero”, apontado como líder da organização criminosa Tren de Aragua.
Segundo Trump, a ação foi conduzida pelo Comando Sul dos Estados Unidos, o SOUTHCOM, sob autorização direta da Casa Branca. Em publicação na rede Truth Social, o presidente afirmou que a operação foi um “ataque cinético rápido e letal” e que teve como alvo o chefe da facção venezuelana.
“Niño Guerrero” era considerado um dos criminosos mais procurados ligados ao Tren de Aragua. O governo dos Estados Unidos oferecia recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levassem à sua captura ou condenação.
Trump classificou o grupo como uma das organizações criminosas mais violentas do mundo e destacou que, no início de seu governo, designou o Tren de Aragua como organização terrorista estrangeira. O presidente também afirmou que milhares de integrantes e suspeitos ligados ao grupo foram deportados durante sua administração.
De acordo com o anúncio, a operação ocorreu em coordenação com autoridades venezuelanas. Trump declarou ainda que, após a ação, integrantes do Tren de Aragua “não têm mais refúgio seguro na Venezuela nem em qualquer outro lugar”.
O Tren de Aragua surgiu na Venezuela e se expandiu para outros países da América Latina, sendo associado por autoridades internacionais a crimes como tráfico de drogas, extorsão, sequestros, tráfico de pessoas, lavagem de dinheiro e violência organizada.
A morte de “Niño Guerrero”, se confirmada por novas informações oficiais independentes, representa um dos golpes mais significativos contra a estrutura de liderança do grupo criminoso.
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