Mais de 70 mil funcionários de 150 universidades em todo o Reino Unido farão greve por 18 dias, entre fevereiro e março, reivindicando reajuste de salários, melhores condições de trabalho e pensões, segundo informou o Sindicato das Universidades e Faculdades (UCU) nesta quinta-feira (12).
“O relógio agora está correndo para o setor produzir um acordo ou ser atingido por uma interrupção generalizada ao longo da primavera”, disse o secretário-geral da UCU, Jo Grady.
O sindicato, que representa acadêmicos, treinadores, bibliotecários e profissionais em faculdades e universidades, explica que o movimento é por melhores salários, depois que os empregadores estabeleceram um aumento salarial no valor de apenas 3% após mais de uma década de reajustes abaixo da inflação.
Crise econômica e social
Não é só a Grã-Bretanha que está em apuros. Os países da União Europeia também enfrentam uma crise social e econômica que gera uma série de tensões internas. Desde o final do ano passado, da Alemanha, ao Reino Unido e à Escócia, centenas de milhares de pessoas protestam contra a situação econômica e exigem melhores condições de trabalho.
Os países da União Europeia enfrentam os efeitos colaterais decorrentes do conflito na Ucrânia, devido ao alinhamento com o pacote de sanções do governo norte-americano contra o governo russo. A rota de colisão econômica sacrificou o fornecimento de energia a um custo barato, elevando o custo de vida durante o inverno, quando aumenta demanda por energia.
O Continente também enfrenta uma da piores secas dos últimos 500 anos, comprometendo a produção de alimentos. A escalada inflacionária turbina o índice pobreza e miséria.
Na Alemanha, centenas de professores realizaram seis greves só no ano passado, exigindo aumento de salários e redução do número de alunos nas aulas.
*Da Presstv com edição de Fonte Exclusiva. Compartilhe esta notícia do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.












