Essa proposta visa assegurar que o cessar-fogo seja permanente e que as operações militares não sejam retomadas após a troca de prisioneiros.
Fontes próximas às negociações afirmam que o segundo dia de diálogos, realizados sob mediação do Egito e do Catar, terminou com “avanços limitados”, mas com uma postura mais conciliadora de ambas as partes.
Apesar disso, divergências persistem sobre a sequência de libertações e o cronograma de retirada militar. O Hamas também reiterou suas principais exigências: cessar-fogo total e duradouro, retirada completa das forças israelenses, retorno dos deslocados internos, reconstrução de Gaza sob supervisão palestina e liberação de prisioneiros.
Do lado israelense, o governo de Benjamin Netanyahu mantém a posição de que o Hamas deve libertar todos os reféns antes de qualquer retirada significativa das tropas. Autoridades israelenses afirmam ainda que o país continuará com operações “necessárias para garantir a segurança nacional”.
A comunidade internacional acompanha de perto as tratativas, pressionando por um acordo humanitário que alivie a crise em Gaza, onde milhares de civis enfrentam escassez extrema de alimentos, água potável e medicamentos.
*Compartilhe este conteúdo do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.












