Um enorme “buraco coronal”, estimado em 62 vezes o tamanho da Terra, foi detectado na superfície do Sol, chamando a atenção de cientistas e entusiastas da astronomia.
Esse fenômeno, que ocorre na camada externa da atmosfera solar (a coroa), pode ter implicações para o clima espacial e gerar auroras boreais mais intensas em nosso planeta.
“O que é um Buraco Coronal?”
Os buracos coronais são regiões na coroa solar onde o campo magnético se abre, permitindo que partículas carregadas escapem mais facilmente para o espaço. Essas áreas aparecem mais escuras em imagens ultravioleta e de raios-X, pois emitem menos radiação em comparação com outras partes do Sol. Eles são comuns, mas o tamanho desse buraco, equivalente a 62 vezes o diâmetro da Terra, é impressionante.
Impactos na terra
O vento solar liberado por buracos coronais pode atingir a Terra, interagindo com o campo magnético do nosso planeta. Quando isso acontece, pode causar:
– “Tempestades geomagnéticas”: Perturbações no campo magnético terrestre que podem afetar satélites, redes de energia e comunicações.
– “Auroras boreais e austrais”: Partículas solares interagem com a atmosfera, criando espetáculos de luzes coloridas nos polos.
Monitoramento científico
Agências espaciais, como a NASA e a ESA, monitoram constantemente o Sol para prever eventos como este. O Observatório de Dinâmica Solar (SDO) da NASA capturou imagens detalhadas do buraco coronal, ajudando os cientistas a entender melhor sua evolução e possíveis impactos.
*Da Agência Fonte Exclusiva com recursos de IA. Compartilhe esta notícia do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.












