Um ataque israelense contra o hospital Nasser, no sul da Faixa de Gaza, deixou ao menos 21 mortos e mais de 50 feridos nesta segunda-feira (25). Entre as vítimas, cinco eram jornalistas, segundo informações confirmadas pelas Forças de Defesa de Israel (FDI).
O bombardeio, que ocorreu em meio à escalada da guerra, gerou forte indignação internacional. Em nota, as FDI reconheceram o ataque, lamentaram a morte dos profissionais de imprensa e afirmaram que atuam para “mitigar ao máximo os danos a indivíduos não envolvidos”.
A ação foi duramente condenada por organizações internacionais. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, classificou o episódio como inaceitável e reforçou, em publicação no X (antigo Twitter), o apelo por um cessar-fogo imediato.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, também se manifestou, afirmando “condenar veementemente os assassinatos” e pedindo respeito às normas do direito internacional humanitário.
O ataque reacende o debate sobre a vulnerabilidade de jornalistas em zonas de conflito e a escalada da violência contra civis em Gaza.
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