O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas para diferentes regiões do Brasil diante da previsão de tempestades, temperaturas elevadas e baixos índices de umidade do ar. As condições instáveis devem persistir até esta terça-feira (12), com riscos que variam conforme a região.
O alerta laranja, que representa perigo, abrange áreas de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso do Sul, além de todos os estados da Região Sul. Nessas localidades, há possibilidade de tempestades e fenômenos associados, exigindo atenção da população para eventuais impactos.
Já o alerta amarelo, classificado como perigo potencial, contempla áreas do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Amazonas e Acre. O aviso indica condições favoráveis à ocorrência de tempestades em diferentes pontos desses estados.
Massa de ar quente e seco eleva temperaturas
Enquanto parte do país enfrenta instabilidade, uma massa de ar quente e seco atua sobre áreas das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além do norte do Sudeste. Esse cenário contribui para a elevação das temperaturas e a redução da umidade relativa do ar.
Em alguns locais, os índices de umidade podem chegar a 12%, nível considerado muito baixo. A condição aumenta o risco de queimadas e incêndios florestais e pode provocar efeitos sobre a saúde, como ressecamento da pele e das mucosas, irritação nos olhos e desconforto respiratório.
Recomendações para a população
Diante dos alertas, a orientação é acompanhar as atualizações do Inmet e os comunicados da Defesa Civil, especialmente nas localidades com previsão de tempestades.
Durante chuvas intensas, é importante evitar áreas alagadas, não atravessar ruas inundadas e procurar abrigo seguro longe de árvores e estruturas que possam ser atingidas por raios. Também é recomendado evitar permanecer próximo a postes e redes elétricas durante temporais.
Nas regiões com baixa umidade, a população deve aumentar a ingestão de água, evitar atividades físicas intensas nos horários mais quentes e reduzir a exposição direta ao sol. Manter os ambientes ventilados e utilizar medidas para aliviar o ressecamento também pode ajudar a diminuir o desconforto.
A situação exige atenção às condições específicas de cada município, já que a intensidade dos fenômenos pode variar dentro de uma mesma região.
*Compartilhe este conteúdo do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Estado do Rio.











