Mais uma cena que choca o mundo. Um bombardeio israelense tendo como alvo uma fila de palestinos à espera de comida, deixou 150 mortos e mais de 500 feridos.
De acordo com o Centro de Informação Palestiniano, a tragédia ocorreu nesta quinta-feira (M29), na Praça al-Nablusi, na região de Kaban al-Rashid, na Cidade de Gaza, no norte da Faixa Palestiniana.
O gabinete de imprensa das autoridades de Gaza disse que as vítimas, mais de 670 feridas, “procuravam sustento no sudoeste da Cidade de Gaza, para onde foram buscar comida e ajuda depois de mais de 700.000 pessoas terem sido submetidas à fome pelo cerco do exército de ocupação”.
Desde a manhã desta quinta-feira, a Cidade de Gaza é alvo de ataques aéreos do exército sionista. Isso ocorre de forma concomitante aos ataques de artilharia israelenses no campo de refugiados de Khan Younis e nas áreas orientais da cidade de Rafa, no sul da Faixa de Gaza.
O chefe da Organização das Nações Unidas (ONU), Matin Griffiths, afirmou que estava chocado com os relatos e feridos durante os ataques.
“Mesmo depois de quase 5 meses de hostilidades brutais, Gaza ainda tem a capacidade de nos chocar”, destacou em uma postagem na rede social X (antigo Twitter).
Life is draining out of Gaza at terrifying speed. pic.twitter.com/5Wd4w8aurX
— Martin Griffiths (@UNReliefChief) February 29, 2024
Diante das cenas que viralizam nas redes sociais, a mídia ocidental relata a carnificina como “mortes”, se esquivando de tratar o episódio como mais um assassinato em massa promovido pelo governo sinionsta de Benjamin Netanyahu.
O governo de Israel contestou o relato sobre o número de mortos e feridos divulgado pelas autoridades de saúde de Gaza, administrada pelo Hamas, afirmando que “o caminhão com ajuda humanitária foi cercado por centenas de pessoas e que, na confusão, muitas foram pisoteadas”. Contudo, o governo admitiu que suas forças abriram fogo contra a multidão.
*Da Agência Fonte Exclusiva com informações da Hispantv. Compartilhe esta notícia do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.












