Na noite desta terça-feira (22), a Justiça Eleitoral condenou Pablo Marçal (PRTB) por abuso de poder durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024. Esta é a terceira condenação contra o ex-coach e empresário. A decisão pode ser contestada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e, posteriormente, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Apesar das condenações, o PRTB mantém Marçal como pré-candidato à Presidência da República em 2026, mesmo com a inelegibilidade do político.
Em nota divulgada pela Folha de São Paulo, Marçal afirmou que recebeu a decisão “com serenidade” e que respeita o posicionamento da Justiça Eleitoral. Ele destacou ainda estar confiante de que as instâncias superiores reverão a condenação, ressaltando sua “total convicção de inocência” e que os recursos serão apresentados no momento adequado.
A sentença foi baseada em documentos apresentados pelo PSB, partido que lançou Tabata Amaral como candidata a prefeita de São Paulo em 2022, e pela vereadora Silvia Ferraro (PSOL), representante da bancada feminista na Câmara Municipal.
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