Novos documentos divulgados nesta sexta-feira (15) pelo portal The Intercept Brasil trouxeram informações sobre a estrutura de produção do filme “Dark Horse”, obra cinematográfica que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com o material apresentado, um contrato aponta que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mário Frias teriam atuado como produtores executivos do projeto.
Essa função, no setor audiovisual, está associada à gestão do orçamento, captação de recursos e supervisão das despesas da produção.
Ainda segundo a reportagem, a posição de produção executiva implica participação direta em decisões financeiras e administrativas do filme, embora não haja detalhamento sobre a atuação prática de cada um dos envolvidos no cotidiano da produção.
O The Intercept Brasil destaca que essas informações entram em contraste com declarações públicas feitas por Eduardo Bolsonaro.
Em publicação nas redes sociais, ele afirmou não ser proprietário da obra e negou participação na administração, gestão financeira ou jurídica dos recursos relacionados ao projeto.
O ex-parlamentar também classificou as suspeitas como uma tentativa de ataque à sua reputação, alegando que há distorções nas interpretações sobre seu envolvimento no financiamento do longa.
O caso segue repercutindo politicamente diante das diferentes versões apresentadas sobre a estrutura de produção e financiamento do filme, que permanece sob questionamentos e análise pública.
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