Durante evento do Partido dos Trabalhadores (PT) em São Gonçalo, na região Metropolitana do Rio, na sexta-feira (9), apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (PL) entraram em confronto. O clima de violência na campanha eleitoral continua mantendo a Justiça Eleitoral e Polícia Federal sob alerta.
O incidente teria se dado após o candidato a vereador na última eleição e aliado de Bolsonaro, Rodrigo Duarte, que foi atacado por manifestantes do PT, passar em frente ao ato político dirigindo um carro com fotos de Lula preso.
Horas antes do início do ato, realizado no bairro Zé Garoto, Duarte apareceu com o carro que exibia os adesivos em referência ao ex-presidente.
A confusão teve início quando o bolsonarista, ainda dentro do veículo, reduziu a velocidade, ao som das vaias de apoiadores de Lula. Um deles chegou a dar um tapa no carro.
Ao parar o automóvel, ele reclamou e entrou em confronto com os manifestantes. Rodrigo Duarte foi atingido na cabeça por um soco e teve os adesivos de seu veículo rasgados.
Depois da confusão, o ativista foi retirado do local por agentes da Polícia Federal que faziam a segurança do evento do PT.
Ainda na sexta-feira (9) mais cedo, Benedito Cardoso dos Santos, de 44 anos, e Rafael Silva de Oliveira, de 24 anos, discutiram por motivações políticas no município de Confresa, no Mato Grosso. Em seguida, Oliveira foi esfaqueado no rosto por Santos.
Na sexta-feira (9), Lula e seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), participam do evento com evangélicos em São Gonçalo.
A estratégia do candidato do PT é tentar ampliar a aceitação entre os religiosos, que, de acordo com as últimas pesquisas de intenção de voto, atualmente são favoráveis a Jair Bolsonaro.
Recentemente, a campanha de Lula foi alvo de fake news divulgadas por aliados de Bolsonaro que afirmavam que o petista fecharia as igrejas caso vencesse o pleito em outubro.
*Da Sputnik com edição da Agência Fonte Exclusiva. Leia e compartilhe as notícias do Diário da Guanabara.











