A publicação de Carlos Bolsonaro (PL-RJ) nas redes sociais, neste domingo (7), reacendeu as discussões em torno do filme Dark Horse, a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O vereador divulgou uma foto ao lado de Jim Caviezel, ator norte-americano escalado para interpretar seu pai no longa, e acompanhou a imagem com um texto no qual agradece a parceria e elogia o trabalho do artista.
Em sua mensagem, Carlos afirmou que o ator deixa “sua marca no mundo” e declarou ter vivido “momentos inimagináveis” ao lado dele durante o período de gravações, encerrando com referências religiosas e exaltações à liberdade.
Segundo informações do portal Omelete, especializado em entretenimento, Dark Horse foi rodado integralmente em inglês e contou com uma operação rígida para evitar o vazamento de imagens ou informações durante a produção. As filmagens — que se estenderam por três meses — já foram concluídas, e Caviezel retornou aos Estados Unidos após o término dos trabalhos. Além dele, o elenco reúne nomes como Lynn Collins, Esai Morales e o brasileiro Felipe Folgosi. O roteiro, ainda conforme o portal, teria sido escrito por Mário Frias, que ocupou a Secretaria Especial da Cultura no governo Bolsonaro.
A cultura é a frente de batalha que jamais podemos abandonar. Música, artes e cinema são a linguagem que alcança diretamente o coração do povo.
O Presidente merece sempre o melhor — e ter Jim Caviezel, o ator que deu vida a Cristo nas telas, ao nosso lado é um símbolo de força,… pic.twitter.com/Ujc0Vp3wJE— MarioFrias (@mfriasoficial) December 7, 2025
O próprio Frias divulgou, na manhã deste domingo, um vídeo com cenas dos bastidores da produção. Ele aproveitou a publicação para reforçar sua visão sobre o papel da cultura como “frente de batalha” que não deve ser abandonada, destacando música, artes e cinema como linguagens capazes de alcançar o “coração do povo”.
No mesmo vídeo, o ex-secretário também agradeceu aos filhos do ex-presidente — Eduardo, Flávio e Carlos Bolsonaro — pelo “empenho incansável” na realização do longa, além de reconhecer o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que, segundo ele, ajudou a tornar o projeto viável.
A direção da cinebiografia é assinada pelo cineasta Cyrus Nowrasteh, conhecido por produções de temática política e religiosa. Embora ainda sem data de estreia divulgada, Dark Horse já provoca grande repercussão entre admiradores e críticos de Jair Bolsonaro, que aguardam para ver como sua trajetória será retratada nas telas.
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