Criadores de conteúdo digital do Estado do Rio de Janeiro passarão a contar com uma política pública voltada à formação, valorização e incentivo de influenciadores que produzem conteúdos de relevância social.
A Política Estadual de Formação e Incentivo de Influenciadores Digitais foi sancionada nesta quinta-feira (16) e estabelece diretrizes para apoiar profissionais que utilizam as redes sociais na divulgação de informações de interesse público.
A nova legislação tem como objetivo reconhecer o papel dos comunicadores digitais na circulação de informações e estimular a produção de conteúdos responsáveis, educativos e alinhados ao interesse coletivo.
Entre as áreas contempladas pela política estão a alfabetização midiática, o enfrentamento à desinformação, a divulgação científica baseada em evidências, a educação, a promoção dos direitos humanos, da diversidade e da inclusão, além do incentivo ao uso seguro e consciente das plataformas digitais.
Fortalecimento da informação de interesse público
A iniciativa busca ampliar a disseminação de conteúdos confiáveis e incentivar a atuação de influenciadores na promoção de temas considerados relevantes para a sociedade.
A política também pretende estimular boas práticas na comunicação digital, valorizando a responsabilidade na produção e compartilhamento de informações em redes sociais e outras plataformas online.
Inclusão de grupos historicamente vulneráveis
Outro eixo da legislação é a promoção da diversidade entre os produtores de conteúdo. A política prevê ações para ampliar a participação de pessoas pertencentes a grupos historicamente excluídos, incentivando maior representatividade no ambiente digital.
Entre os públicos contemplados estão pessoas com deficiência e integrantes de grupos em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de ampliar oportunidades e fortalecer diferentes vozes no espaço digital.
Proteção de crianças e uso responsável das redes
A legislação também incentiva a conscientização dos influenciadores sobre os impactos de suas publicações, especialmente em relação ao público infantojuvenil.
Entre as diretrizes previstas estão ações voltadas à proteção de crianças e adolescentes nas redes sociais, além do estímulo à produção de conteúdos responsáveis, éticos e com potencial de contribuir para o desenvolvimento social.
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