Um incêndio de grande proporção atingiu parte do Centro Estadual de Abastecimento do Rio (Ceasa), em Irajá, na zona norte do Rio, durante a madrugada desta quarta-feira (3). As chamas começaram em uma loja de alimentos e se espalharam rapidamente por áreas que armazenavam plásticos, papéis, bebidas e outros materiais altamente inflamáveis, aumentando a gravidade do episódio.
Segundo o Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, não houve feridos. Inicialmente, cerca de 80 militares atenderam à ocorrência, mas o efetivo precisou ser ampliado para 110 profissionais de 15 unidades diferentes. A operação contou com 31 viaturas e o suporte de um drone com câmera térmica, usado para identificar focos de calor e orientar as ações de combate.

A administração do Ceasa/RJ confirmou que 28 lojas foram destruídas. Em nota publicada nas redes sociais, a central de abastecimento informou que os pavilhões 43, 44 e parte do 42 foram interditados devido aos danos. As demais áreas continuam funcionando, embora os prejuízos sejam considerados significativos, ainda sem estimativa oficial.
O caso reacende a discussão sobre a segurança no complexo, que sofreu um incêndio semelhante em outubro de 2022. Na ocasião, além das chamas, houve tumulto, saques e disparos feitos por seguranças para conter a multidão, deixando quatro lojas danificadas.
Com dezenas de estabelecimentos destruídos e impactos diretos sobre comerciantes e trabalhadores, autoridades ainda avaliam a extensão das perdas. Equipes de emergência seguem no local realizando o rescaldo e monitorando possíveis novos focos de incêndio.
*Compartilhe este conteúdo do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.












