As chances do Tesouro dos EUA de evitar um calote generalizado estão chegando ao fim. O alerta é da titular do Tesouro dos EUA. Anteriormente, ela advertiu que talvez não conseguisse cumprir integralmente suas obrigações com os credores já no dia 1º de junho, caso o Congresso não ampliasse o limite da dívida pública.
“Estamos tomando medidas extraordinárias há meses. Nossas opções para realizar isso [evitar entrar em default] estão chegando ao fim”, declarou a secretária do Tesouro norte-americano, Janet Yellen, à ABC News.
Os republicanos, que controlam a câmara baixa do Congresso, estão vinculando o aumento do teto à aprovação de um programa radical de cortes orçamentários, o que é inaceitável para a Casa Branca.
As coisas ainda podem piorar as autoridades monetárias dos EUA, se China abandonar o dólar americano como moeda de reserva. Neste caso, as consequências ‘podem ser severas’, destaca a mídia chinesa.
A instabilidade decorre de uma uma “nova ordem comercial que está surgindo”, o que fortalece uma tendência global de desdolarização, abrindo caminho para a moeda chinesa, o yuan.
Como a China ostenta o status de um dos maiores países comerciais do mundo, se Washington optar por “se separar” da China, isso pode desencadear um efeito dominó, com cada vez mais países preferindo negociar com a China usando o yuan.
Da RT com edição da Agência Fonte Exclusiva. Compartilhe esta reportagem do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











