O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (11) que a memória dos atentados de 11 de setembro de 2001 está entre os motivos que levaram os americanos ao atual conflito contra o Irã.
A declaração ocorreu durante a cerimônia que marcou os 25 anos dos ataques terroristas que atingiram Nova York, o Pentágono e uma área da Pensilvânia. Ao mencionar a data, Trump afirmou que os Estados Unidos não podem esquecer o episódio e defendeu uma postura de firmeza diante da guerra.
“Há um quarto de século — nunca, jamais esqueceremos. É por isso que lutamos hoje. Não temos outra opção. Só pode haver vitória. Lutamos com firmeza. Lutamos para vencer”, declarou o presidente.
Ataques de 11 de Setembro deixaram quase 3 mil mortos
Os atentados de 2001 foram planejados pela Al-Qaeda, organização terrorista que era liderada por Osama bin Laden. Na manhã daquele dia, quatro aviões comerciais foram sequestrados.
Duas das aeronaves foram lançadas contra as torres do World Trade Center, em Nova York. Os impactos provocaram incêndios e, posteriormente, o desabamento dos dois edifícios.
Outro avião foi lançado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, na Virgínia.
A quarta aeronave caiu em uma região rural da Pensilvânia depois que passageiros e tripulantes tentaram impedir os sequestradores. Segundo a investigação oficial, o avião tinha como possível destino um edifício do governo em Washington.
11 de Setembro mudou política externa americana
Os atentados provocaram a morte de quase 3 mil pessoas e tiveram consequências profundas na política interna e externa dos Estados Unidos.
O então presidente George W. Bush lançou a chamada “guerra ao terror”, que resultou inicialmente na intervenção militar no Afeganistão contra o regime do Talibã e, posteriormente, na invasão do Iraque.
Desde então, o 11 de Setembro se tornou um dos principais marcos da política de segurança nacional americana e passou a influenciar decisões militares e diplomáticas tomadas por diferentes governos.
Ao mencionar os ataques durante a cerimônia deste ano, Trump voltou a associar a lembrança daquele episódio à atuação militar dos Estados Unidos no cenário internacional e ao atual confronto com o Irã.
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