A decisão do ministro Raul Araújo, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que autorizou a abertura de inquérito na Polícia Federal (PF) para investigar o governador do Rio, Cláudio Castro, não desenha um mar de almirante e tão pouco um céu de brigadeiro para o inquilino do Palácio Guanabara.
Castro é alvo de três inquéritos. Um deles foi arquivado, mas os outros dois que estão latentes podem ser considerados espinhosos. Estão na Delegacia Especializada em Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro. Já tem espírito de porco na Praça Mauá falando em prova emprestada.
Ainda que a maior pressão venha de delação, no país em que a prova testemunhal é a prostituta de todas as provas, o ponto mais delicado seria o que demonstra o pagamento de despesas do investigado por um longo período sem tocar na conta-salário.
Desde domingo (16), o governador do Rio cumpre agenda oficial em Londres.
Compartilhe esta reportagem do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











