O vazamento de documentos confidenciais dos EUA expõe a extensão do envolvimento das Forças Armadas do país e da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), na guerra da Ucrânia.
O material que continua disponível em contas no Twitter e outras redes sociais também fala sobre o Oriente Médio, a China e a luta contra o terrorismo.
De acordo com reportagem do The New York Times (NYT), são mais de 100 documentos online. Um deles é datado do dia 23 de fevereiro, identificado com o carimbo de “confidencial”, o que significa dizer que os dados se destinam a transmissão para outros países.
Funcionários e analistas ouvidos pelo NYT admitem que o vazamento desses documentos podem causar “grandes danos”. Agentes do serviço de inteligência definem o episódio como “pesadelo para os cinco olhos” (FVYE, na sigla em inglês) por se tratar de material referente a uma aliança que inclui EUA, Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Reino Unido.
Para o ex-funcionário do Pentágono e da Central de Intelligence Agency (CIA), o vazamento é “uma violação significativa de segurança”, com potencial de interferir no planejamento do Exército ucraniano na guerra contra a Rússia.
“Parece que foi um vazamento deliberado feito por alguém que desejava prejudicar os esforços da Ucrânia, dos EUA e da Otan”, disse.
Um dos documentos detalham o status do conflito a partir do dia 1º de março, enquanto outro lote contém informações sobre 12 novas brigadas ucranianas, com 9 delas abastecidas e treinadas pelos EUA e outros membros da Otan.
Com informações da Sputnik e dição da Agência Fonte Exclusiva. Compartilhe esta reportagem do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











