A diplomacia do governo da China elevou o tom com os EUA e seus aliados europeus no que se refere a posição do país asiático no conflito entre Rússia e Ucrânia.
O Ocidente coletivo forçava um distanciamento da China e da Rússia, chegando a manipular informações nos jornalões, como The New York Times, que mancheteram press release do Pentágono.
A reação chinesa foi rápida. O embaixador na Rússia, Zhang Hanhui, afirmou em entrevista à Izvestia que os países ocidentais não estão em posição de ditar como Pequim deve se comportar com relação à Ucrânia.
“O Ocidente não está em posição de dar instruções à China, muito menos tem autoridade para transferir a responsabilidade para ela”, observou o embaixador.
Ele também lembrou que Pequim desde o início do conflito ucraniano tomou a iniciativa de propor um acordo pacífico e não forneceu armas a nenhuma das partes.
Além disso, o diplomata acrescentou que a posição da Rússia sobre Taiwan fala da ausência de medo do Kremlin diante das grandes potências, que “recorrem à política de força bruta”.
Anteriormente, na quinta-feira (6), o presidente chinês Xi Jinping, durante conversas bilaterais com seu homólogo francês Emmanuel Macron, disse que não há “bala mágica” para resolver a crise ucraniana.
Segundo ele, as partes devem criar condições para acabar com o conflito e iniciar negociações de paz, acumulando confiança mútua.
Com informações da Sputnik e dição da Agência Fonte Exclusiva. Compartilhe esta reportagem do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











