A morte da ex-ministra e ex-parlamentar britânica Ann Widdecombe, de 78 anos, está sendo investigada como homicídio pelas autoridades do Reino Unido. A política foi encontrada sem vida em sua residência em Haytor Vale, no sudoeste da Inglaterra, com ferimentos graves.
A Polícia de Devon e Cornwall conduz as investigações para esclarecer as circunstâncias do crime.
Inicialmente, um homem britânico de 26 anos foi preso sob suspeita de envolvimento no caso. No entanto, a polícia informou posteriormente que ele foi liberado e não é mais considerado suspeito, enquanto as buscas pelo responsável pelo crime continuam.
As autoridades afirmaram que, até o momento, não há indícios de que o homicídio tenha motivação política ou ligação com terrorismo. A investigação segue concentrada na coleta de provas, análise de vestígios e identificação do autor do ataque.
Ann Widdecombe teve uma longa trajetória na política britânica. Integrante do Partido Conservador por mais de duas décadas, exerceu funções ministeriais durante o governo do ex-primeiro-ministro John Major. Nos últimos anos, aproximou-se do Reform UK, partido liderado por Nigel Farage, atuando como uma de suas principais porta-vozes em temas ligados à imigração e à justiça.
A morte da ex-ministra provocou repercussão no cenário político britânico. O primeiro-ministro Keir Starmer e lideranças de diferentes partidos prestaram homenagens, destacando sua longa atuação na vida pública e sua influência no debate político do Reino Unido.
A Polícia de Devon e Cornwall informou que a investigação permanece em ritmo acelerado e pediu que qualquer pessoa com informações que possam contribuir para o esclarecimento do caso entre em contato com as autoridades. Até o momento, não foi divulgada a possível motivação do crime.
*Compartilhe este conteúdo do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.












