A Etiópia adotou uma política ambiental rigorosa ao proibir completamente o uso de sacolas plásticas descartáveis, medida que entrou em vigor em 31 de janeiro de 2026.
O país concedeu seis meses de adaptação para que comércio e indústria se ajustassem à nova regulamentação.
De acordo com a Autoridade de Proteção Ambiental, citada pela Fana Media Corporation (FMC), a legislação impede a produção, importação, armazenamento, venda e uso das sacolas plásticas.
O objetivo é reduzir o impacto ambiental causado pelo descarte inadequado desses materiais, intensificado pelo crescimento populacional e pela urbanização acelerada.
Resíduos plásticos podem levar mais de cem anos para se decompor, contaminando solo, água e prejudicando a agricultura.
Com a proibição, o governo espera proteger a biodiversidade e a saúde da população, prevenindo doenças ligadas à poluição ambiental.
Cidadãos e comerciantes que descumprirem a lei podem ser multados entre 2.000 e 5.000 birr, equivalentes a aproximadamente R$ 66 a R$ 167. A fiscalização será rigorosa, garantindo a aplicação efetiva da norma.
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