A saída de Ricardo Lewandowski do comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública abriu uma nova rodada de articulações nos bastidores do governo federal. Desde a entrega da carta de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a imprensa nacional passou a apontar possíveis nomes para ocupar uma das pastas mais estratégicas da Esplanada dos Ministérios.
Entre os cotados está Wellington César Lima e Silva, atual chefe do departamento jurídico da Petrobras. O advogado é visto por interlocutores do Palácio do Planalto como um nome de perfil técnico, com sólida atuação no meio jurídico e trânsito em diferentes esferas institucionais, além de postura considerada discreta, fator avaliado como positivo em um momento de sensibilidade política.
Wellington César já integrou governos petistas em funções jurídicas e administrativas e é apontado como alguém capaz de conduzir a pasta com foco institucional, evitando embates públicos e priorizando a estabilidade interna do ministério. A avaliação interna é de que o próximo titular precisará lidar simultaneamente com temas como segurança pública, sistema prisional, atuação das forças federais e articulação com o Congresso Nacional.
Apesar das especulações, não há confirmação oficial sobre a escolha nem definição de prazo para o anúncio do novo ministro. O governo mantém silêncio público sobre os critérios adotados para a sucessão, enquanto a pasta segue funcionando sob comando interino.
A definição do novo titular do Ministério da Justiça é considerada estratégica pelo Planalto, especialmente em um cenário de pressão por resultados na área de segurança e de debates sobre reformas institucionais em andamento.
*Compartilhe este artigo do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Estado do Rio de Janeiro.











