As equipes selecionadas para a 8ª edição do Teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais, o Teste da Urna 2025, já começaram a executar seus planos de ataque controlado ao longo desta semana no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. Até sexta-feira (5), 27 participantes, atuando individualmente ou em grupos, estarão no ambiente preparado no 3º andar da sede do TSE para testar, na prática, possíveis vulnerabilidades dos sistemas de votação.
A iniciativa integra o ciclo de desenvolvimento das ferramentas utilizadas nas eleições brasileiras, incluindo votação, apuração, transmissão e totalização. O teste é considerado uma das principais formas de fiscalização pública do processo eleitoral e reforça o compromisso da Justiça Eleitoral com a transparência e a segurança do sistema.
O evento é acompanhado por representantes de instituições fiscalizadoras, integrantes da comunidade acadêmica, profissionais da imprensa e convidados.
Entre os planos aprovados nesta edição estão cinco propostas apresentadas por um grupo de pesquisadores de Juiz de Fora (MG). A equipe tentará corromper uma das fontes do software da urna eletrônica e substituí-la por outra desenvolvida pelos próprios integrantes, um tipo de ataque controlado destinado a verificar a robustez das barreiras de segurança.
Os resultados dos testes serão analisados pelo TSE, que utiliza as descobertas para fortalecer e aperfeiçoar os mecanismos que garantem eleições seguras e auditáveis em todo o país.
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