O BioParque do Rio anunciou que reabrirá parcialmente ao público nesta quinta-feira (24), após a confirmação da morte de nove galinhas-d’angola por influenza aviária (H5N1). As aves estavam localizadas na área da Savana Africana, que permanecerá interditada por 14 dias como medida preventiva. As demais áreas do zoológico, localizado no Parque da Quinta da Boa Vista, na Zona Norte do Rio, estarão abertas, com protocolos de biossegurança reforçados.
As amostras das aves foram analisadas em um laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, em Campinas (SP), e o diagnóstico foi validado por autoridades sanitárias. Desde então, equipes técnicas atuam para monitorar e conter o avanço da doença.
De acordo com o BioParque, a circulação do público será restrita nas áreas interditadas, e medidas de higienização foram ampliadas em todo o parque. As autoridades reforçam que o risco de transmissão para humanos é considerado baixo, mas orientam a população a não tocar em aves doentes ou mortas.
O Ministério da Agricultura mantém ativo o estado de emergência zoossanitária no país até setembro, devido à presença da gripe aviária em aves silvestres. Especialistas seguem acompanhando o caso e destacam a importância da vigilância sanitária em ambientes que abrigam animais.
A reabertura parcial do BioParque foi autorizada após avaliação conjunta com órgãos de saúde animal e vigilância epidemiológica, que consideraram os protocolos adotados pela administração adequados para garantir a segurança dos visitantes, dos funcionários e dos animais.
Mais informações e atualizações estão disponíveis nos canais oficiais do BioParque do Rio.
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