Pelo menos 30 pessoas morreram e mais de 150 ficaram feridas neste sábado (data), após um ataque aéreo israelense atingir a região de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, nas proximidades de um ponto de distribuição de ajuda humanitária apoiado pelos Estados Unidos.
Segundo testemunhas e autoridades de saúde locais, o bombardeio ocorreu em uma área que abrigava centenas de civis deslocados, incluindo mulheres e crianças, que buscavam acesso a alimentos e cuidados médicos. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram cenas de desespero, com pessoas tentando resgatar sobreviventes entre os escombros e carregar feridos em meio à fumaça e aos gritos.
O governo de Israel ainda não comentou oficialmente o ataque, mas afirmou, em nota anterior, que continuará com suas operações contra o Hamas em Rafah. Organizações internacionais, incluindo a ONU e Médicos Sem Fronteiras, condenaram a ofensiva e alertaram para o risco de uma catástrofe humanitária em curso.
A presença do ponto de distribuição de ajuda humanitária financiado por Washington aumenta a pressão sobre os Estados Unidos, que têm sido criticados por fornecer apoio militar a Israel, mesmo diante das crescentes baixas civis. O presidente Joe Biden havia advertido Tel Aviv sobre os riscos de uma ofensiva em Rafah sem garantias de proteção à população civil.
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Este novo ataque reacende os apelos por um cessar-fogo imediato e por uma investigação internacional sobre possíveis violações do direito humanitário no conflito em Gaza, que já deixou mais de 36 mil mortos desde outubro do ano passado, segundo o Ministério da Saúde palestino.
*Da Agência Fonte Exclusiva com informações da RT Brasil. Compartilhe esta notícia do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.












