A chegada de Washington Reis, secretário de Transportes do Estado do Rio, ao posto de presidente do MDB fluminense está provocando fraturas em véspera de ano eleitoral. Ele substitui Leonardo Picciani, que está licenciado.
Na cidade de Quissamã, Norte do Estado do Rio, o ex-prefeito Arnaldo Matoso, um medebista histórico com três décadas na legenda, pediu desfiliação. Junto com ele saiu a maior parte dos candidatos que disputou eleição de vereador em 2018.
Ficou apenas o vereador Marcinho Pessanha, um irmão e outro vereador que também deverá acompanhar a dissidência.
Em outras cidades da região do Norte e Noroeste Fluminense, o efeito Reis deverá tornar o MDB um partido meramente cartorial, com dificuldades de formar nominatas para a disputa dos legislativos municipais.
O estilo do novo dirigente segue a diplomacia dos coronéis da Baixada: “Sai daí que eu quero entrar”.
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