A Polícia Federal encontrou, no celular de um militar, o chamado Plano Punhal Verde Amarelo, um documento que previa ataques e até a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do STF Alexandre de Moraes. O material também foi localizado impresso no Palácio do Planalto, reforçando a gravidade da ameaça.
Em meio à repercussão do caso, o pastor Silas Malafaia minimizou a situação e afirmou que “não houve tentativa de golpe porque não tentaram matar Lula”, declaração que provocou críticas de especialistas em segurança e política.
Autoridades alertam que a existência de planos dessa natureza representa risco à democracia e à integridade de agentes públicos, sendo alvo de investigações criminais. A Polícia Federal segue apurando detalhes sobre os envolvidos e possíveis conexões com grupos extremistas.
🚨 ATENÇÃO: A PF encontrou o Plano Punhal Verde Amarelo no celular de um militar e impresso no Palácio do Planalto, prevendo ataques contra Lula, Alckmin e Moraes. Malafaia minimizou: "não tentaram matar Lula". #PlanoPunhalVerdeAmarelo #PF #Lula #Alckmin #AlexandreDeMoraes pic.twitter.com/aicDOUrhl2
— Diário da Guanabara (@diarioguanabara) October 8, 2025
O caso reforça a necessidade de monitoramento rigoroso de ameaças à segurança nacional e da atuação integrada entre órgãos de investigação e inteligência.
*Compartilhe este conteúdo do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











