O influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo afirmou que a proposta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 será aprovada “por bem ou por mal”, desde que seja “ampla, geral e irrestrita”. Segundo ele, não há negociação sobre a inclusão de Jair Bolsonaro ou outros réus, e a medida deve abranger todos os envolvidos.
Figueiredo também destacou que a proposta foi apresentada à Casa Branca, com a possibilidade de os Estados Unidos suspenderem tarifas por 60 dias e revisarem a aplicação da Lei Magnitsky a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com exceção de Alexandre de Moraes.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), aliado de Figueiredo, participou de encontros em solo norte-americano para tratar do tema com representantes do governo dos EUA. Segundo Figueiredo, a votação da anistia está prevista para ocorrer após o julgamento da trama golpista no STF.
A proposta de anistia gerou controvérsias no Brasil, com setores da oposição afirmando que ela poderia beneficiar pessoas envolvidas em atos antidemocráticos. A discussão segue em andamento no Congresso Nacional, envolvendo debates sobre legalidade, impactos políticos e repercussões internacionais.
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