Os EUA estão imersos em mais um incidente diplomático em face do vazamento de documentos secretos do Pentágono.
Ao comentar o caso, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores (MRE) chinês, Wang Wenbin, destacou que o vazamento revela a extensão da espionagem de Washington, inclusive sobre seus principais aliados e parceiros.
Ele também afirmou que o governo norte-americano deve explicações aos seus aliados sobre a suposta espionagem.
“Eles [os documentos vazados] demonstram que os EUA continuam usando sua vantagem tecnológica para realizar roubos, vigilância e escutas secretas em países ao redor do mundo, incluindo seus aliados”, disse o porta-voz nesta quarta-feira (12).
O porta-voz chinês também afirmou que os “valores democráticos” reivindicados pelos EUA, mais uma vez, não passam de um pretexto na busca por “benefícios próprios egoístas”; e que o governo americano deve uma “justificativa” à comunidade internacional.
Entenda o caso
Na semana passada, mais de 100 documentos do Pentágono sobre o conflito na Ucrânia vazaram nas redes sociais. O maior foco do conteúdo dos documentos era o Exército ucraniano, as táticas da OTAN e até a espionagem feita pelo governo norte-americano sobre Vladimir Zelensky.
Mas os documentos iam além e chegaram também a países que não estão envolvidos diretamente no conflito.
De acordo com os relatórios, a administração Biden achou que o governo russo utilizaria a proposta para criação do “clube de paz” feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como forma de reduzir a pressão do Ocidente contra o Kremlin.
Da Sputnik com edição da Agência Fonte Exclusiva. Compartilhe esta reportagem do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











