Pouco mais de um mês depois de tomar posse para um segundo mandato, conquistado com quase 60% dos votos válidos no primeiro turno, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), fecha o carnaval de 2023 contabilizando resultados positivos na área de segurança pública e no segmento turístico.
Durante os quatro dias de desfiles no Sambódromo, o governo mobilizou várias secretarias para manter um fluxo de informações e segurança para milhares de pessoas que lotavam as arquibancadas e os camarotes da Marquês de Sapucaí.
As ações efetivas do governo estadual não se restringiram a cidade do Rio de Janeiro. Concentrou-se também em outras regiões do Estado. A segurança pública foi reforçada com um efetivo de mais de 11 mil policiais militares nas cidades – um aumento de 15% em relação a 2022.
Mas a cidade do Rio, especialmente na Marquês de Sapucaí, o grande filão do carnaval, o esquema de segurança foi estratégico, principalmente para registro de ocorrências. No setor 11, foi montado um posto avançado da 6ª delegacia de polícia.
No policiamento ostensivo, o esquema contou com pontos de bloqueio e revista com detectores de metais nos principais acesso ao sambódromo e imagens, em tempo real, feitas por helicópteros, drones e câmeras portáteis. Foi a tecnologia reforçando o trabalho do grande efetivo em termos de material humano.
“Aprimoramos o nosso plano estratégico para a festa, aumentando o efetivo e o uso da tecnologia. Além disso, a sinergia entre o Governo do Estado e a prefeitura contribuiu para termos o Carnaval mais seguro dos últimos tempos”, destacou o governador, lembrarndo que o Carnaval pode gerar uma injeção de R$ 7 bilhões na economia em todo o estado.
Ainda sobre a segurança pública, outro destaque foi o programa “Patrulha Maria da Penha – Guardiões da Vida”, que promoveu aula de conscientização sobre importunação sexual para os foliões, além da distribuição de adesivos e ventarolas da campanha “Não é Não”.
A nova Secretaria da Mulher levou aos foliões a campanha “Ouviu um não é não, respeite a decisão”, com foco no combate ao assédio sexual e as diversas formas de agressão contra as mulheres.
O Corpo de Bombeiros manteve um efetivo de 100 militares por dia, além de 20 viaturas de busca e salvamento, atendimento pré-hospitalar e combate a incêndio e salvamento, que ficaram posicionadas em locais estratégicos por toda a avenida.
A Operação Lei Seca atuou realizando testes de bafômetro nos motoristas dos carros alegóricos, totalizando cerca de 150 testes realizados durante os dias de desfiles. Todos os motoristas registraram taxa zero para a ingestão de bebida alcoólica.
O Detran-RJ levou um carro simulador de capotamento. Cerca de 600 pessoas puderam sentir o perigo que é a combinação álcool e direção e a importância de respeitar as leis de trânsito.
A Fundação para a Infância e Adolescência (FIA) também participou das ações do Estado no Sambódromo. Foram distribuídas 15 mil pulseiras para a identificação dos menores de idade que estiveram presentes durante os quatro dias de desfile.
O grande destaque neste carnaval do Rio, foi o trabalho integrado entre o Estado e a Prefeitura. Sinal de que o Rio de Janeiro voltou a viver tempos de pacificação entre os diferentes níveis de administração.
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