A Petrobras registrou no primeiro trimestre de 2026 o maior nível de produção de sua história em óleo, LGN (Líquido de Gás Natural) e gás natural. A produção média atingiu 3,23 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed), consolidando um novo recorde operacional da companhia.
O resultado representa um crescimento de 3,7% em relação ao quarto trimestre de 2025 e um avanço de 16,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
De acordo com a estatal, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento gradual da produção em novas plataformas flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSOs), além da entrada em operação de novos poços.
Entre os principais destaques do trimestre estão os FPSOs P-78, no campo de Búzios; Alexandre de Gusmão, no campo de Mero; e Anna Nery e Anita Garibaldi, em áreas dos campos de Marlim e Voador. Ao todo, dez novos poços começaram a produzir no período, sendo sete na Bacia de Campos e três na Bacia de Santos.
O campo de Búzios também alcançou marcas expressivas, com produção diária superior a 1 milhão de barris de óleo e exportação de 12,4 milhões de metros cúbicos de gás em diferentes dias de março. Já o campo de Mero superou 700 mil barris em um único dia, impulsionado pela conexão de um novo poço ao FPSO Alexandre de Gusmão.
Na Bacia de Santos, a exportação de gás atingiu um recorde de 44,8 milhões de metros cúbicos em um único dia, reforçando o papel estratégico da região no abastecimento energético.
Segundo a Petrobras, os resultados refletem a alta eficiência operacional dos ativos e a estabilidade da produção tanto no pré-sal quanto no pós-sal.
A companhia destacou ainda que a confiabilidade das instalações e a expansão contínua da capacidade produtiva foram determinantes para sustentar o crescimento observado ao longo dos últimos trimestres.
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