O Fundo Garantidor de Créditos iniciou uma nova fase de devolução de valores para clientes do Will Bank, ampliando o processo de ressarcimento após a liquidação da instituição.
Nesta etapa, estão sendo liberados R$ 6,06 bilhões para aproximadamente 312 mil pessoas com valores a receber entre R$ 1 mil e R$ 250 mil.
O pedido de ressarcimento deve ser realizado exclusivamente por meio do aplicativo oficial do FGC. Para acessar os recursos, os clientes precisam se cadastrar na plataforma, atualizar seus dados, enviar a documentação exigida e formalizar a solicitação diretamente no sistema.
O fundo orienta que os usuários mantenham as notificações do aplicativo ativas para acompanhar o andamento do processo e eventuais pendências.
Também reforça que não solicita informações pessoais por telefone ou redes sociais, alertando para possíveis tentativas de golpe.
Como solicitar o ressarcimento
O procedimento é feito em etapas simples dentro do aplicativo:
- Baixar o app do FGC
- Criar ou acessar o cadastro
- Conferir e atualizar os dados pessoais
- Anexar os documentos exigidos
- Solicitar o pagamento
Avanço nos pagamentos
Na fase anterior, iniciada em fevereiro, o fundo já havia liberado cerca de R$ 126 milhões para mais de 1,1 milhão de clientes com valores menores.
No total, o FGC já desembolsou aproximadamente R$ 39,3 bilhões para clientes de instituições ligadas ao Banco Master, incluindo o próprio Will Bank e o Letsbank. Até agora, cerca de 669 mil credores foram atendidos, o que representa mais de 90% do total previsto.
No caso do Banco Pleno, já foram pagos R$ 3,61 bilhões a aproximadamente 107 mil clientes.
Limites e regras
O ressarcimento segue o limite de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Clientes que já atingiram esse teto em outras instituições do mesmo grupo não terão direito a novos pagamentos, exceto para aplicações realizadas até 31 de agosto de 2024, que continuam cobertas individualmente.
Entenda o contexto
A liquidação do Will Bank foi determinada pelo Banco Central do Brasil após a identificação de problemas financeiros e dificuldades no cumprimento de obrigações. Desde então, o FGC assumiu a responsabilidade de devolver os recursos aos clientes afetados.
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