Profissionais da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro decidiram manter a greve, que já dura 36 dias, apesar da decisão da Justiça que considerou a paralisação ilegal e determinou o retorno imediato dos professores às salas de aula.

Antes da assembleia que decidiu pela manutenção da greve, integrantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação conversaram com representantes do governo do estado, entre eles, a secretária de Educação, Roberta Barreto.
A coordenadora-geral do Sindicato, Duda Quiroga, lamentou que mais uma vez não houve acordo entre as partes. As reivindicações incluem a aplicação do piso nacional do magistério e o cumprimento do plano de carreira.
Em nota, a Secretaria de Educação informou que, “além de garantir que nenhum professor da rede receba menos do que o piso nacional do magistério, o governo já destinou quase R$ 1 bilhão em benefícios, e deu 20% de recomposição para todos os servidores, nos últimos dois anos, além de colocar os salários em dia”.
De acordo com a secretaria, por decisão do Tribunal de Justiça do Rio, foi marcada, para a próxima quarta-feira (28), uma audiência de conciliação, com representantes do governo e do Sindicato dos Profissionais de Educação.
Em cidades do Norte Fluminense e Baixada Litorânea, como Macaé (RJ) e Rio das Ostras (RJ), as categorias da rede municipal também estão em estado de greve, reivindicando a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Vencimento (PCCV).
*Da EBC e D+ NEWS com edição da Agência Fonte Exclusiva. Compartilhe esta reportagem do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











