Um episódio inusitado no transporte público do Rio de Janeiro está movimentando as redes sociais desde o fim de semana. Um passageiro foi flagrado entrando pela porta traseira de um ônibus carregando uma caixa d’água de grandes proporções, em plena Avenida Dom Hélder Câmara, no bairro do Cachambi, Zona Norte da capital.
O registro, feito por outro passageiro, mostra a dificuldade para acomodar o enorme reservatório de água dentro do veículo, que circulava com passageiros sentados e em pé. O homem contou com a ajuda de outro usuário para embarcar e seguir viagem com o volume, que ocupou boa parte do corredor interno.
Um passageiro foi flagrado embarcando com uma caixa d’água gigante em um ônibus no Cachambi, Zona Norte do Rio. A cena viralizou e gerou debate nas redes. A SMTR vai notificar o consórcio responsável.
📹👇 #RioDeJaneiro #TransportePúblico #CaixaDAgua #Cachambi pic.twitter.com/oPFGR9lRhK— PortalVIU! (@Portal_VIU) July 28, 2025
O vídeo viralizou e provocou reações diversas. Enquanto alguns criticaram a situação como um sinal de desorganização e falta de fiscalização, outros demonstraram empatia, sugerindo que o passageiro não teria outra forma de transportar o objeto.
A Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) informou que o embarque pela porta traseira é proibido e que os ônibus não são autorizados a transportar cargas fora dos padrões definidos por regulamentação. O órgão informou ainda que irá notificar o consórcio Internorte, responsável pelo veículo, para prestar esclarecimentos.
A SMTR ressaltou que o transporte de volumes grandes em ônibus coloca em risco a segurança dos passageiros e fere normas de operação do sistema público.
A cena inusitada gerou grande repercussão online. Frases como “só no Rio mesmo” e “a criatividade do brasileiro não tem limites” tomaram conta dos comentários.
Outros usuários lembraram de situações parecidas, como passageiros embarcando com geladeiras, bicicletas e até galinhas. A falta de alternativas acessíveis de transporte de cargas é apontada como um dos fatores que levam a essas cenas incomuns nos coletivos.
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