A investigação sobre os atos de vandalismo contra um mural do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), localizado em Vitória, no Espírito Santo, registrou novos avanços.
Segundo o vereador Armandinho Fontoura (PL), proprietário do imóvel conhecido como “Casa Bolsonaro”, a Polícia Civil já identificou os principais suspeitos envolvidos no caso.
De acordo com o parlamentar, testemunhas foram ouvidas nos últimos dias e o casal apontado como responsável pelos episódios também deverá prestar depoimento no decorrer da investigação.
A principal suspeita é uma empresária, acusada de lançar fezes de cachorro contra o mural em duas oportunidades, nos dias 13 e 20 de junho. Conforme Armandinho, a identificação foi possível após a análise das imagens captadas por câmeras de segurança, que registrariam a mulher passando pelo local acompanhada de um cão.
Ainda segundo o vereador, as gravações permitiram identificar o edifício onde a suspeita residiria. Posteriormente, informações sobre sua identidade teriam chegado ao parlamentar por meio de terceiros, após publicações feitas nas redes sociais.
O marido da empresária, apontado por Armandinho como médico cardiologista, também passou a integrar o foco das investigações. De acordo com o vereador, ele compareceu ao local após um dos episódios e teria proferido ofensas direcionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Armandinho informou que pretende ingressar com ações nas esferas criminal e cível para buscar a responsabilização dos envolvidos pelos danos causados ao imóvel.
O caso foi formalmente registrado por meio de boletim de ocorrência e continua sendo apurado pelo 3º Distrito Policial de Vitória, que conduz as investigações para esclarecer todas as circunstâncias dos atos e confirmar a autoria dos fatos.
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