A nova etapa do Cartão Primeira Infância Carioca alcança moradores de 12 bairros da Zona Oeste e amplia a assistência a pessoas em situação de vulnerabilidade social.
O benefício é destinado a famílias com filhos de até quatro anos que atendam aos critérios de renda e cadastro estabelecidos pela Prefeitura. O dinheiro é disponibilizado exclusivamente para a aquisição de alimentos em estabelecimentos credenciados.
A iniciativa integra a Política Municipal Integrada Pequenos Cariocas, que reúne ações voltadas à primeira infância e atende aproximadamente 30 mil famílias na capital fluminense.
Com a ampliação, a Prefeitura pretende alcançar responsáveis que enfrentam dificuldades para manter uma alimentação adequada para as crianças nos primeiros anos de vida.
Quem pode receber o benefício de R$ 200?
O Cartão Primeira Infância Carioca é destinado a famílias que preencham os requisitos definidos pelo programa municipal.
Para ter direito ao auxílio, é necessário ter pelo menos uma criança de zero a quatro anos, estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e possuir renda mensal por pessoa inferior a R$ 218.
Outro critério é não receber o Bolsa Família. O objetivo é direcionar o cartão municipal a famílias de baixa renda que não são contempladas por essa transferência de renda federal.
A Prefeitura utiliza as informações do CadÚnico para verificar a situação socioeconômica dos possíveis beneficiários.
O atendimento, portanto, depende do enquadramento nas regras do programa e da análise cadastral realizada pelo município.
Recarga ocorre no dia 12 de cada mês
As famílias contempladas recebem R$ 200 mensais, com recarga prevista para o dia 12.
O valor pode ser utilizado em mais de 1.500 estabelecimentos credenciados, permitindo que os responsáveis comprem alimentos de acordo com as necessidades da casa.
A utilização é restrita à finalidade alimentar. O cartão não funciona como um benefício de livre utilização para outras despesas do orçamento doméstico.
Para as famílias atendidas, o auxílio representa um complemento na compra de produtos essenciais, especialmente em um período em que a alimentação adequada tem papel importante no crescimento e no desenvolvimento infantil.
Cadastro será reavaliado a cada três meses
A permanência no programa depende da continuidade dos requisitos exigidos para o recebimento do benefício.
A cada três meses, a Prefeitura reavalia os dados cadastrais das famílias, incluindo renda por pessoa e composição familiar.
A verificação permite identificar alterações que possam modificar o direito ao auxílio e manter o atendimento direcionado ao público previsto nas regras municipais.
Por isso, os responsáveis devem manter o CadÚnico atualizado, principalmente em caso de mudança de endereço, alteração na renda ou nascimento de outra criança.
A inscrição no Cadastro Único, por si só, não significa concessão automática do Cartão Primeira Infância Carioca.
Programa completa um ano em outubro
A expansão do benefício ocorre às vésperas de seu primeiro aniversário, em 12 de outubro.
O cartão faz parte da Política Municipal Integrada Pequenos Cariocas, voltada à proteção social de famílias em situação de vulnerabilidade durante a primeira infância.
A proposta é reforçar a segurança alimentar e contribuir para que crianças pequenas tenham acesso regular a alimentos, mesmo em famílias com renda limitada.
A nova etapa leva o benefício a mais 3.284 famílias de 12 bairros da Zona Oeste, ampliando o alcance da assistência municipal.
Confira as regras do Cartão Primeira Infância Carioca
| Informação | Regra |
| Valor | R$ 200 por mês |
| Público-alvo | Famílias com crianças de zero a quatro anos |
| Renda mensal por pessoa | Inferior a R$ 218 |
| Cadastro exigido | CadÚnico |
| Bolsa Família | A família não pode receber o benefício federal |
| Data da recarga | Dia 12 de cada mês |
| Onde usar | Mais de 1.500 estabelecimentos credenciados |
| Reavaliação cadastral | A cada três meses |
| Nova etapa | Mais de 3,2 mil famílias em 12 bairros da Zona Oeste |
A ampliação oferece um reforço mensal para a compra de alimentos e busca alcançar famílias que, embora estejam em situação de baixa renda, não recebem o Bolsa Família.
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