Em uma conversa telefônica com os líderes das comunidades israelenses que fazem fronteira com Gaza, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, admitiu que o país está enfrentando uma situação difícil em várias frentes.
O governo israelense está passando por uma crise devido a protestos incessantes contra a reforma judicial proposta por Netanyahu. Soma-se a isso, o novo conflito deflagrado com a Resistência Palestina em Gaza e no sul do Líbano, bem como o aumento das tensões com a Síria.
A crise se agravou após os ataques das forças israelenses à mesquita de Al-Aqsa e aos fiéis palestinos, o que gerou várias operações de retaliação contra os israelenses
Um artigo publicado no domingo no jornal israelense Haartez destaca que Netanyahu é refém de uma coalizão de gabinete ineficaz e uma reforma judicial.
De acordo com a nota, a atual sequência de eventos demonstra a fraqueza de Israel em responder às ameaças à segurança, já que Netanyahu “tem pouca ou nenhuma opção proativa neste momento”.
O primeiro-ministro sionista teria dito a seus principais ministros durante uma reunião de gabinete na sexta-feira (7) que Israel quer evitar conflitos mais amplos em várias frentes e se afastar de grandes escaladas no Líbano, na Faixa de Gaza, em Al-Quds e na Cisjordânia.
“Há disputas internas sobre outras questões, estamos sendo desafiados de todos os lados, na oposição e nas ruas”, admitiu.
Com informações Hispantv e dição da Agência Fonte Exclusiva. Compartilhe esta reportagem do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











