A Agência Nacional de Saúde Suplementar definiu em 5,11% o teto máximo de reajuste para os planos de saúde individuais e familiares em 2026.
A decisão foi aprovada durante reunião da Diretoria Colegiada da agência e deverá atingir cerca de 7 milhões de beneficiários em todo o país.
Segundo a ANS, este é o menor índice de reajuste autorizado nos últimos anos, desconsiderando o ano de 2021, quando houve redução temporária nas mensalidades devido à queda na utilização dos serviços médicos durante o período mais crítico da pandemia de covid-19.
O reajuste poderá ser aplicado pelas operadoras apenas no mês de aniversário de cada contrato, conforme previsto nas regras da saúde suplementar. Dessa forma, o aumento não ocorre simultaneamente para todos os usuários, respeitando a data de renovação individual de cada plano.
A agência orienta os consumidores a verificarem atentamente os boletos de pagamento para confirmar se o percentual aplicado pelas operadoras está dentro do limite autorizado.
Caso o reajuste ultrapasse os 5,11% ou seja realizado de maneira irregular, os beneficiários poderão registrar reclamação diretamente junto à ANS.
As denúncias e pedidos de orientação podem ser feitos pelo telefone 0800 701 9656 ou por meio do portal oficial da ANS.
O reajuste anual autorizado pela agência leva em consideração fatores como custos médico-hospitalares, frequência de utilização dos serviços e despesas assistenciais das operadoras de saúde.
O índice divulgado vale exclusivamente para planos individuais e familiares regulamentados. Contratos coletivos empresariais ou por adesão possuem regras próprias de reajuste e não seguem automaticamente o percentual definido pela ANS.
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