Com a proximidade da Páscoa, o comércio de chocolates ganha força em todo o Brasil, com uma ampla variedade de ovos disponíveis e preços que variam conforme marca, tamanho e nível de sofisticação.
Nas prateleiras, os valores começam em cerca de R$ 40 e podem ultrapassar R$ 300 nos produtos considerados premium.
Para o setor, a data é um dos períodos mais relevantes do calendário comercial, exigindo planejamento antecipado e reforço na produção. Em 2026, o aumento da demanda levou a indústria a ampliar em aproximadamente 50% a contratação de trabalhadores temporários em relação ao ano anterior.
O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas, Jaime Recena, demonstrou otimismo e projeta resultados positivos para toda a cadeia produtiva.
Além das grandes marcas, o mercado de produtos artesanais segue em expansão. A confeiteira Tais Bordin, que atua há oito anos no segmento, aposta na diversificação para manter a competitividade, mesmo diante do aumento no custo das matérias-primas.
Entre as estratégias, estão opções criativas, como ovos com casca de brownie e versões inovadoras como o “brookie”, que combina cookie com gotas de chocolate, recheio de Nutella e cobertura de brownie.
Apesar da expectativa positiva para as vendas, o consumidor deve redobrar a atenção na hora da compra. Um levantamento da Secretaria de Defesa do Consumidor em conjunto com o Procon-RJ identificou variações de até 160% nos preços de produtos de Páscoa no estado do Rio de Janeiro.
A pesquisa também apontou aumento médio de 16,85% em comparação com o ano passado, reforçando a importância de pesquisar e comparar preços antes de comprar.
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