A análise do caso envolvendo a prisão do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), terá de esperar alguns dias a mais. A reunião extraordinária da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), inicialmente marcada para esta sexta-feira (5), foi transferida para a próxima segunda-feira (8).
Parlamentares da Alerj confirmaram à Agência Brasil que o encontro, que representaria o primeiro movimento do Legislativo diante da decisão judicial que levou Bacellar à prisão, não ocorrerá na data prevista. A convocação original havia sido feita pelo presidente em exercício da Casa, deputado Guilherme Delaroli (PL), e publicada em edição extra do Diário Oficial na quinta-feira (4).
A expectativa era de que a CCJ analisasse o parecer sobre a manutenção da prisão do deputado. Bacellar foi detido na quarta-feira (3), na sede da Polícia Federal no Rio, durante a Operação Unha e Carne. Ele é acusado de vazar informações sigilosas da Operação Zargun e de orientar o deputado TH Joias a destruir provas.
Com a reunião adiada, caberá aos deputados, na segunda-feira, decidir se o caso será encaminhado ao plenário da Alerj com recomendação de manter ou revogar a prisão do parlamentar. A decisão da CCJ definirá os próximos passos do processo dentro do Legislativo fluminense.
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