O barril do petróleo está sendo negociado acima de US$ 90 (R$ 491,81) no mercado internacional, com o preço atingindo o recorde no ano. É o maior valor desde agosto de 2022.
A cotação deve pressionar a Petrobras a elevar mais uma vez os preços dos combustíveis no mercado interno, para reduzir a defasagem frente aos valores praticados no exterior.
Segundo levantamento da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), a defasagem de preços da gasolina comercializada pela Petrobras está em 8%, o que corresponde a 0,27 o litro.
Já a defasagem de preços do diesel chegou a 18% nesta quinta-feira (29). Isso equivale a R$ 0,75 por litro.
Em recente reportagem, o Wall Street Journal destacou que o banco francês Société Générale projeta a cotação do barril em US$ 100 para 2024.
A mesma projeção de alta é compartilhada por analistas do banco britânico Standard Chartered, que estima uma cotação em US$ 98. Neste segundo semestre de 2023, a cotação já está acima do que era projetada pelo mercado.
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