A perícia na van envolvida no atropelamento que matou Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, segue em andamento no Rio de Janeiro.
O objetivo é verificar se houve falha mecânica no veículo, conforme alegado pelo motorista responsável pelo acidente ocorrido no último sábado (16), em Ipanema, na Zona Sul da capital fluminense.
Segundo as investigações, a van de entregas trafegava pela Rua Visconde de Pirajá quando subiu na calçada, atingiu um poste de sinalização e atropelou Mariana, a mãe dela e um terceiro pedestre.
Os outros dois feridos sofreram lesões leves, enquanto a jovem morreu no dia seguinte em decorrência dos ferimentos.
O motorista apresentou versões diferentes sobre o acidente. Inicialmente, afirmou que teria perdido o controle da direção ao tentar desviar de um ciclista.
No entanto, imagens de câmeras de segurança analisadas pela polícia não identificaram nenhum ciclista no local.
Posteriormente, em depoimento na delegacia, o condutor declarou que a direção da van teria travado e que ele não conseguiu frear o veículo.
O teste do bafômetro realizado após o acidente teve resultado negativo, e o motorista foi liberado após prestar depoimento.
Mariana havia acabado de se mudar para o Rio de Janeiro, segundo familiares. O pai da jovem, o embaixador Ibrahim Abdul Neto, afirmou que morar na cidade era um antigo sonho da filha.
O sepultamento está previsto para esta quinta-feira (20), em São Paulo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Luiz Inácio Lula da Silva) também se manifestou sobre o caso nas redes sociais, lamentando a morte da jovem e informando que conversou com o pai dela para prestar solidariedade à família.
As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do acidente e confirmar se houve falha mecânica no veículo.
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