A participação do Brasil nas reuniões preparatórias do G7 terá como principais eixos os impactos econômicos da guerra no Oriente Médio, a atração de investimentos estrangeiros e a estratégia para minerais críticos.
Os temas serão apresentados pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante encontros com autoridades econômicas e representantes de bancos centrais em Paris.
O G7 é formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil participa como convidado nas discussões que antecedem a cúpula oficial do grupo, marcada para junho.
Um dos focos da agenda brasileira é a política para minerais críticos, considerados estratégicos para setores como tecnologia, energia limpa e fabricação de baterias.
A proposta do governo é ampliar a industrialização desses recursos no país, reduzindo a dependência da exportação de matérias-primas.
Segundo o ministro, a aprovação do novo marco regulatório do setor na Câmara dos Deputados tem como objetivo dar mais segurança jurídica, agilizar processos e reduzir disputas judiciais, criando um ambiente mais atrativo para investidores internacionais.
Outro ponto central das conversas será o impacto da guerra no Oriente Médio sobre a economia global, especialmente na variação dos preços do petróleo e combustíveis.
O governo brasileiro acompanha medidas adotadas por outros países diante de possíveis pressões inflacionárias e instabilidades no mercado energético.
Durante a agenda internacional, o ministro também apresentará o programa Eco Invest, iniciativa voltada à captação de capital privado para projetos sustentáveis e de longo prazo no Brasil.
*Compartilhe este conteúdo do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











