Os estados do Rio de Janeiro e Rondônia decidiram não aderir à redução do ICMS sobre o diesel, mesmo com a implementação do subsídio federal de R$ 1,20 por litro para conter a alta do combustível.
A informação foi confirmada nesta quinta-feira (2) pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, durante café da manhã com jornalistas em Brasília.
Segundo Alckmin, a maioria dos estados já se comprometeu a colaborar com a ampliação do subsídio, enquanto apenas dois se posicionaram contrariamente.
Outros três ainda devem responder nos próximos dias.
O vice-presidente aproveitou o encontro para destacar medidas voltadas à reindustrialização do país, incluindo o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que entra em vigência provisória em 1º de maio, e programas como o Nova Indústria Brasil, que atua em setores estratégicos como agroindústria, saúde, cidades, transição tecnológica e defesa aeroespacial.
Alckmin também citou iniciativas de apoio a exportadores, incluindo linhas de crédito de R$ 15 bilhões do Plano Brasil Soberano, criadas para reduzir impactos de instabilidades geopolíticas e econômicas.
O vice-presidente deixará oficialmente o comando do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em 4 de abril, permanecendo na vice-presidência e na disputa pela reeleição. A nomeação do novo titular do ministério ainda será definida pelo governo.
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