Até a última sexta-feira (1º), a Secretaria de Estado de Saúde do Rio já tinha notificado 39 casos suspeitos de monkeypox, dos quais 13 foram confirmados, sendo nove pacientes no município do Rio, incluindo o caso que veio para a capital, procedente de Londres, Inglaterra.
Os demais estão assim distribuídos: um em Maricá, na Região Oceânica; um em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; um em Queimados, também na Baixada e residente em Portugal; e um em Niterói, na região metropolitana do Rio, procedente da Inglaterra.
Mais seis casos permanecem sob investigação e 20 foram descartados. Em todo o país, segundo o Ministério da Saúde, já são 76 casos, mas no Rio de Janeiro, a pasta contabiliza apenas 16 casos, em desconformidade com os dados da Secretaria de Saúde.
A diferença entre o total relatado pela secretaria e pelo Ministério pode ser explicada, segundo a assessoria do órgão estadual, pela não confirmação de casos ainda pela área técnica.
“Os casos confirmados e suspeitos são monitorados diariamente pela secretarias estaduais e pelas equipes de Vigilância em Saúde dos municípios”, informou.
A secretaria de Saúde ressaltou que embora a doença tenha sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual não tem relação com esses animais.
São Paulo já tem 52 casos confirmados
O Ministério da Saúde informou neste domingo (03) que, até o momento, 76 casos de varíola dos macacos (monkeypox) foram confirmados em todo o país. Desse total, foram registrados um caso no Distrito Federal, um no Rio Grande do Norte, dois em Minas Gerais, dois no Rio Grande do Sul, dois no Ceará, 16 no Rio de Janeiro e 52 em São Paulo.
“A pasta, por meio da Sala de Situação e Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional) segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos dos pacientes”, disse o ministério.












