O ex-presidente Michel Temer decidiu não disputar a Presidência da República nas eleições de 2026.
A informação foi comunicada a aliados próximos e divulgada nesta quarta-feira (4) pelo portal Metrópoles, encerrando especulações sobre um possível retorno do emedebista à corrida presidencial.
A decisão ocorre em um momento de divergências internas no Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Atualmente, a sigla integra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ocupa três ministérios na administração federal.
Ao mesmo tempo, parte de seus integrantes também manifesta apoio a outros nomes para a disputa presidencial, como o senador Flávio Bolsonaro.
Anteriormente, o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, chegou a citar Temer como uma possível liderança capaz de promover a união entre diferentes correntes do partido. Segundo ele, a experiência política do ex-presidente poderia ajudar a aproximar posições dentro da legenda.
O próprio Temer defendeu que os diretórios estaduais tenham autonomia para definir suas estratégias políticas e eleitorais, considerando as particularidades de cada estado.
Com a decisão de não participar da disputa presidencial, o MDB ganha maior margem para reorganizar sua estratégia interna e lidar com divergências entre seus membros. Para Baleia Rossi, a ausência de Temer na corrida eleitoral pode facilitar a gestão das diferenças históricas dentro da legenda e contribuir para a busca por maior coesão política.
*Compartilhe esta reportagem do Diário da Guanabara, o melhor site de notícias do Rio de Janeiro.











