O Corinthians entra em campo na tarde deste sábado (7), às 16h (horário de Brasília), para disputar a final da Supercopa Feminina contra o Palmeiras. O clássico paulista será realizado na Arena Barueri, em Barueri (SP), com transmissão ao vivo da TV Globo e do SporTV.
Atual campeão do Brasileirão Feminino A1, o Timão garantiu vaga na competição que abre oficialmente o calendário do futebol feminino nacional após conquistar o título da temporada passada. Sob o comando do técnico Lucas Piccinato, a equipe teve uma campanha consistente, somando 34 pontos na primeira fase e eliminando Bahia, São Paulo e Cruzeiro no mata-mata, com vitória na final.
As Brabas chegam à decisão também com destaque no cenário internacional. O Corinthians foi vice-campeão da primeira edição da Copa dos Campeões Feminina da FIFA, torneio que reuniu os clubes campeões continentais. Na campanha, a equipe venceu o Gotham FC, representante da Concacaf, e avançou à final contra o Arsenal, campeão da Champions League. Mesmo jogando fora de casa, em Londres, o time brasileiro fez uma partida equilibrada e acabou derrotado por 3 a 2.
Único clube presente em todas as edições da Supercopa Feminina, o Corinthians construiu uma trajetória dominante no torneio. A equipe conquistou o título em 2022, 2023 e 2024, superando Grêmio, Flamengo e Cruzeiro, respectivamente. Em 2025, no entanto, ficou com o vice-campeonato após derrota para o São Paulo na disputa por pênaltis.
A edição atual da Supercopa marca uma mudança no formato da competição. Diferentemente dos anos anteriores, quando oito equipes disputavam o torneio, a Supercopa passa a reunir apenas os campeões do Brasileirão A1 e da Copa do Brasil Feminina, competição que voltou ao calendário em 2025.
Além do título, a final vale uma premiação histórica. O clube campeão receberá R$ 1 milhão, o maior valor já pago ao vencedor da Supercopa Feminina. O vice-campeão ficará com R$ 600 mil. Ao todo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aumentou em 33% o valor total da premiação em relação ao ano anterior.
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