O governador Cláudio Castro autorizou o início das obras de ampliação do Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer. O investimento é de R$ 6,7 milhões, com previsão de melhoria nas instalações, a construção de 49 leitos de enfermaria e mais dez CTI infantil.
O Instituto Estadual do Cérebro é uma unidade fundamental para o tratamento de tumores cerebrais e outras doenças graves do sistema neurológico pelo Sistema Único de Saúde.
A autorização para início das obras foi anunciada durante inauguração de três novas bases operacionais do Samu, duas na Zona Oeste e uma na Zona Norte. A inauguração aconteceu na sexta-feira (25).
Ampliação do Samu na Zona Oeste e Zona Norte
As três novas bases operacionais descentralizadas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão funcionando em Campo Grande e Bangu, na Zona Oeste, e Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte do Rio.
São três novas bases operacionais descentralizadas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) consideradas estratégicas dentro de um programa do Governo do Estado para ampliar a capacidade de atuação do Samu Capital. Os socorristas, além de ambulâncias, estão utilizando motocicletas, veículos com maior mobilidade.
O objetivo, segundo o governador, é diminuir o tempo de resposta no atendimento à população.
“Nós estamos construindo hoje mais de 30 unidades hospitalares pelo estado e reformando mais de 100 unidades. Sabemos da importância que é o atendimento chegar rápido, isso faz toda a diferença e determina a possibilidade de vida da pessoa”, destacou o governador durante a inauguração.
As unidades descentralizadas funcionam 24 horas. Cada uma conta com uma ambulância e duas motolâncias, utilizadas em áreas de difícil acesso. A população pode solicitar o serviço por meio da Central 192 do Rio de Janeiro.
“As bases descentralizadas ficam em locais estratégicos para que possamos agilizar o socorro à população daquela área. Isso vai impactar diretamente na eficácia do socorro à vítima. Nosso objetivo com esse projeto é que o SAMU Capital tenha o menor tempo de resposta do país”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.












