A mídia corporativa ainda adota um silêncio sepulcral sobre os detalhes da falência da FTX, a mais poderosa exchange de criptomoedas e principal protagonista no crash que abala este mercado de investimentos no mundo.
Mas no centro de todo esse imbróglio reside um escândalo de corrupção envolvendo o dinheiro farto que jorra para financiar o governo da Ucrânia na guerra contra a Rússia.
As evidências apontam para lavagem de somas milionárias por meio de criptomoedas, drenagem de milhões de dólares para financiar a campanha do Partido Democrata dos EUA e de alguns parlamentares do Partido Republicano, além do enriquecimento do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, conforme detalha o programa Brecha Econômica, produzido pela Hispantv e transmitido no Brasil pela D+ NEWS TV.
Diante dos fatos não restam dúvidas: a guerra da Ucrânia é uma lavanderia de dinheiro sujo que operou a todo vapor para financiar a eleição de meio de mandato nos EUA, evitando uma derrocada dos democratas no parlamento e recompensar a organização que opera esta engrenagem corrupta. E o grande operador financeiro foi Sam Bankman-Fried, fundador e CEO da FTX.
Com os cripto ativos em cena, já não é possível mensurar o quanto do dinheiro enviado pelo contribuinte dos países ocidentais não foram lavados nesta orgia para retornar em forma de contribuições de campanha e propina.
Uma guerra e grandes negócios
Nos últimos dois anos, a exchange FTX teve uma evolução meteórica, graças ao seu engajamento como agência de compensação de criptomoedas doadas para financiar os esforços de guerra da Ucrânia.
Neste ano de 2022, a empresa chegou a ser avaliada em US$ 32 bilhões, tornando-se a mais poderosa no mercado de cripto do mundo.
Para receber vultosas doações em cripto ativos, se associou ao governo da Ucrânia, por meio da Kuna (Centro de Ajuda de Criptomoedas para Ucrânia), e das plataformas Aid for Ukraine e Everstake. Essa rede canalizava todas as doações de criptomoedas destinadas à Ucrânia.
E o que não faltaram foram criptomoedas jorrando. Somente os esforços norte-americanos para arrecadar doações neste mercado (ainda que as autoridades monetárias do país criminalizem as criptos), conseguiram amealhar uma quantia estimada em US$ 100 milhões.
Toda soma foi compensada no Banco Nacional da Ucrânia, sendo que parte deles, US$ 39 milhões, depois de compensados, teriam voltado aos EUA, por meio da FTX, para financiar a campanha de 2022.
Isso, talvez, explique o fato do fundador da FTX ter sido um dos grandes doadores na eleição parlamentar norte-americana. Sua generosidade só perde para o mega-especulador George Soros.
Para receber a fortuna em cripto ativos, o governo ucraniano preparou o terreno, porque em setembro de 2021, no início da guerra contra a Rússia, já tinha legalizado as operações por criptomoedas no país para receber as doações, o que nos leva a imaginar que a guerra é um grande negócio, cujo arcabouço para financiamento e vazamento de dinheiro foi totalmente planejada pelos seus principais financiadores.
Com o naufrágio da FTX, a podridão exala, ainda que haja indiferença da mídia corporativa. E tudo se dissolve em uma velocidade que assusta. O CEO Sam Bankman-Fried, em menos de oito dias, deixou de ser o “Rei das Criptomoedas” para pedir falência de sua empresa.
Daí surgiram as provas irrefutáveis de ligações com atividades criminosas, como lavagem de dinheiro e a receptação de milhões de dólares dos contribuintes destinados à Ucrânia.
Supostamente, ele desviou grande parte desse dinheiro para financiar contribuição aos políticos dos EUA através da própria FTX, tendo também o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, entre os beneficiários.
Enquanto isso, nos campos de batalha, ucranianos são enviados para a morte. Jovens, mulheres, idosos e mercenários da OTAN são dizimados pelas forças russas que dispõe de alto potencial bélico. A máquina corrupta norte-americana não está só nesta empreitada. Está associada aos apoiadores do nazismo e arrastou países da União Europeia, que estão enfrentando crise energética, ruína financeira e degradação social. A guerra da Ucrânia é um desastre para o Ocidente e um grande negócio para os EUA.
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